sábado, 19 de novembro de 2011

Mais um cientista russo prevê resfriamento global!

Bom, sempre defendi nesse blog o que aprendi na faculdade  há 10 anos atrás: o planeta está entrando num processo de resfriamento e não de aquecimento, por isso eu nunca acreditei em aquecimento global . Eis mais um cientista falando disso: 

O chefe do setor de Pesquisa Solar da Rússia, Dr. Habibullo I. Addussamatov, do Observatório Pulkovo da Academia Russa de Ciências, acredita que, devido ao nível muito baixo de atividade solar nos anos recentes, vamos entrar em um período de 100 anos de resfriamento.
O número de cientistas que acredita que o nosso problema é o resfriamento está aumentando a galope.

Um resfriamento significativo seria, de longe, pior para a humanidade do que o aquecimento.


O autor do artigo citado na fonte do link abaixo diz: "Duvido que algum cientista razoável discorde dessa afirmação. A ciência está longe de resolvida!"
A versão em inglês desse trabalho , infelizmente, não está mais disponível na  net, por isso estou colocando outro artigo de outro russo que também fala sobre o resfriamento,

Terra passará por resfriamento, defende cientista

Um grupo internacional de cientistas acredita que o planeta vai passar por um processo de resfriamento global nos próximos anos, contrariando as conclusões do Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês). A tese é baseada em estudos sobre o papel dos raios cósmicos nos fenômenos atmosféricos e nas variações climáticas, informou a Agência Fapesp nesta terça-feira.

À frente da polêmica está o russo Yuri Stozhkov, do Instituto de Física Lebedev, em Moscou, que há dez anos lidera o projeto Cosmics Leaving Outdoor Droplets (Cloud). "As conclusões finais do programa sairão apenas em 2010, mas os dados colhidos até agora indicam que, no futuro próximo, podemos esperar por um processo de resfriamento da nossa atmosfera, em vez do aquecimento global", disse Stozhkov.
No entanto, ele diz que as reduções de gases estufa não podem ser desconsideradas. "Isso não quer dizer que os raios cósmicos determinam sozinhos o ambiente na Terra. Eles são apenas um ingrediente importante do clima. Também não quer dizer que podemos esquecer a mitigação das emissões de carbono", disse o pesquisador. Stozhkov estudou a influência de cargas elétricas na formação de gotículas d'água na atmosfera.
Para isso, os cientistas irradiam partículas aceleradas em câmaras de nuvens de vários tamanhos. "Por muitos anos tenho estudado a influência da atividade solar nos fluxos de raios cósmicos. Há cerca de dez anos descobrimos que esses fluxos estão conectados a vários fenômenos elétricos, como a formação de nuvens baixas. Eles influenciam também os padrões de cobertura global das nuvens", explicou.
Segundo ele, quando a radiação penetra na atmosfera terrestre, ela acelera a formação de aerossóis, ou grupos de moléculas, que se aglutinam e compõem a base da formação de gotículas nas nuvens. "Uma nuvem com um número maior de gotículas reflete a luz solar incidente de forma mais eficiente e se torna mais estável, produzindo um efeito de resfriamento. Uma variação de uma pequena porcentagem nesse processo afeta de forma significativa o clima global", disse.

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